Era para ser como outro dia qualquer. Acordou, foi para o
trabalho, passou o dia todo fazendo tudo o que lhe era rotineiro. Simplesmente
seguiu a rotina.
Mas ao final do dia
quis experimentar uma nova idéia, e foi. Não precisou de ninguém para
acompanhar... e foi....
Diferentemente das
outras vezes em que ousou experimentações, não esperava nada. Não criou
expectativa alguma. E até aquelas idéias que surgem automaticamente eram
subitamene descartadas pelo óbvio: "não vai funcionar mesmo"...
E dessa forma foi. A
mistura de luzes e sombras confundiam seu olhar e as imagens pareciam se
repetir naquilo que não facilitava a visão. O som era agradável, mas não
prestou muita atenção nele.
Andava como se
procurasse algo que não sabia o que era. Quando o acaso começou a tomar forma de pensamento confundiu-se e acabou tropeçando no caminho. Mas
continuou... Ao parar e tentar achar uma saída , mesmo que momentânea, como um
feitiço, tomou-lhe... mágica... Instantes... Deparou-se... Parou.
O olhar era fixo.
Como se falasse. Estava ali. O corpo não se mexia, e a linguagem dos olhos se
tornou um grito, e quando transbordou o ver, resolveu falar. Saudava o novo sem
saber se era o certo a se fazer. Sem saber e nem entender absolutamente nada. Foi
instintivo. Cenas concatenadas formaram-se aos poucos. Era bom. O novo não
assustava mais.
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