"A linguagem interior é uma linguagem muda, silenciosa"
Vigostki

domingo, 27 de novembro de 2011

Há alguns dias não lembrava disso. Mas hoje fui tomada por uma súbita lembrança, e assim, não teve outro jeito, senão, parar para pensar. Não por muito... mas parei.

Tenho a sensação de que algumas pessoas são blindadas. Pode-se até imaginar o que passa em suas vidas, em suas cabeças, mas nunca abandonaremos o sentimento da incerteza. O que isso muda na minha vida... a princípio, nada. Mas intriga. E nem sempre isso é positivo, certo?

Voltando ao assunto, essa tal recordação fez com que eu fizesse uma retrospectiva da minha vida. Já tive muitas alegrias, mas muitas decepções. Já conheci pessoas muito boas, outras nem tanto, mas em um balanço geral, acho que saí no lucro. Atualmente, mesmo com todas as experiências negativas acredito que estou me saindo bem. Retomei velhas amizades, perdoei velhos erros,... aprendi a difícil arte de "esquecer" determinados acontecimentos, que hoje, já não têm importância, então não precisam ser considerados.

E no final de tudo isso, me fiz a pergunta: "Por que hoje me dou tão bem com pessoas que me fizeram mal, e outras, que me fizeram bem, simplesmente não conversamos mais?". ..."se não há raiva, se não há mágoa, se não há problemas, por que diabos há desprezo?"

O desprezo é pior que a raiva. O silêncio é pior do que um esbravejar...

Acho mesmo, que  o desprezo de alguém que se ama é irreparavelmente doloroso, mas de quem só se agrada, ou se gosta um pouquinho, pode ser resumido assim: "uma pena".

Ainda bem que ao mesmo tempo em que algumas pessoas se tornam invisíveis em nossa vida, outras se "materializam". Novamente agradeço ao curioso poder da reciclagem da vida. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Hoje ela ficou feliz. Seu esforço foi reconhecido, e seu talento admirado. "Já não era sem tempo" - pensou. "Tanto suor, tanto querer, tanto empenho...". Sim ela esperava pelo dia de hoje. O que aconteceu? Nada de mais. Simplesmente olharam diferente para ela. Os olhares queridos diziam: "sabia, você merece". Os desconfiados: "não é que ela tem um diferencial"... os maliciosos insistiam: "sou obrigado a concordar, até que ela é boa mesmo". 

Não interessava muito o que aconteceu. Interessava agora que ela teve certeza do seu valor, do qual ela não duvidava, mas havia guardado no fundo... Hoje a chuva caiu diferente, o tempo flutuou... Ela teve boas idéias, ela deu bons "palpites" (literalmente), ela foi ela. Não... não pense que isso a fez ficar diferente, ou com o "rei na barriga". Pelo contrário. A fez querer mais,... empenhar-se mais, conquistar mais, aprender mais... acreditar mais.

Ela hoje pode fazer o que mais amava. Conheceu coisas novas. Como é bom conhecer, aprender. Descobriu que não precisa inventar, que não precisa ser de ouro, não precisa ser maliciosa, não precisa enganar, precisa ser: ELA...

E chegou há boas conclusões: quanto mais amor você emprega em uma atitude, mais bem feita ela será. Mais reconhecimento você terá. Suas atitudes tem que ter alma... ou qualquer pessoa fará o mesmo. Hoje ela se deita como em nuvens. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ela estava sentada. Sozinha. Olhava pro céu e observava as nuvens. Seu pensamento viajava com o movimento delas. Já era final de tarde, mas ainda tinha sol. Enquanto pensava no nada, e no tudo, sentia o vento tocar seu rosto... de leve... Como se ele quisesse fazer-lhe carinho, cuidar dela. Como se ele estivesse ouvindo o que ela pensava. Como se ele soubesse o que se passava em seu coração...

Já não tinha sorriso nos seus lábios. A expressão era suave, mas não era alegre. A testa estava levemente franzida, e seus lábios um pouco trêmulos, como se aqueles pensamentos todos fossem ser libertados...Seu rosto era de quem quisesse, mas não sabia onde encontrar. Era de quem lutara muito, mas estivesse cansada de tentar. Era de quem sonhara, mas a insônia dos longos dias não a deixasse continuar. 

E ela continuava olhando para o céu. Aquele infinito todo a fascinava. Era uma forma de ter esperança. Era um querer tão grande que a cor de seus olhos se confundia com todo aquele azul. Nesse momento o vento soprou com mais força. Como se quisesse fazer com que ela se levantasse, sacudisse aqueles pensamentos vãos e começasse do zero. Tudo de novo. Como se agora fosse dar certo...E assim ela fez... levantou-se e voltou à vida.

E sempre quando ela se cansa, ela senta no mesmo lugar. Olha de novo para o céu, e espera que o vento a chame para viver, novamente. Mas ela ainda acredita que terá um final. E ela sempre espera que este.... seja feliz.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011


"Conversas" longas me fizeram chegar a um acordo comigo mesma: não quero nada, mas quero tudo. Você deve estar pensando que eu estou maluca, ou que tipo de acordo conflitante é esse em que não se chega a uma conclusão. Mas posso dizer: nunca estive tão lúcida e coerente.

E quando digo que não quero nada, não quero nada que venha artificialmente, como um contrato social. Uma conversa de elevador, um "bom dia" por obrigação. Não quero nada que não venha de dentro, que não seja sincero. Não quero dinheiro. É! Não quero dinheiro. Ele até pode ajudar, mas não resolve... não traz amores, amigos, sossego... Não quero a fama... não. Isso passa. Não quero ter que me desfazer das coisas que construo, como num passe de mágica só para satisfazer alguém, que não eu. Não quero ficar pedindo soluções aos céus. Não quero ficar esperando a vida mudar instantaneamente. Não quero guardar mágoa, rancor... Não quero sentir raiva, medo...

Quero tudo: quero ser feliz, quero aproveitar as manhãs de verão, com o sol entrando na janela pra me acordar... mas se chover, não tem problema, quero nadar na chuva, deitar na rede e ficar olhando os pingos caírem... quero cantar, dançar, viver. Quero poder dizer a quem eu quiser o que sinto, o que sou, como sou sem temer a reação alheia. Quero andar de bicicleta pelo parque, catar conchinhas na praia.... quero batucar numa mesa de bar com os amigos em volta, felizes, comemorando a vida. Quero ter saúde.. isso eu quero muito. Quero ter tempo pra dormir mais... "Quero beijos intermináveis até que os lábios mudem de cor"... Quero rir... Quero falar sozinha na rua depois de ter uma grande ideia... do nada. Quero ficar de papo até altas horas com meus amigos, falando bobagem, fazendo piada....Quero abraços apertados, daqueles que tiram o folego! 

Nada do que realmente quero precisa de muito para acontecer. E é desse jeito que estou tentando encarar a vida. Tem dado certo! Nada que se tem, pode ser tudo... acredite nisso. Estou adorando essa história!

domingo, 13 de novembro de 2011

Começo a compreender o que significa deixar as coisas para trás. Mas não é por motivo de força maior, ou porque a "vida quis assim"... é simplesmente por uma decisão. Decidi deixar coisas para trás. Estou começando a acreditar que para se ganhar novas coisas é preciso deixar outras... e não falo da materialidade....

RECICLAGEM: esta é a palavra de ordem. E não imagine que aqui irei dissertar sobre meio ambiente ou afins, não... é sobre: vida. Reciclar é impressionantemente positivo. Essa traz consigo um reavivamento. Reciclar ambientes, grupos, sentimentos é saber deixar para trás aquilo que não te serve, e transformar o que ainda de fato restou, e aproveitar disso o que há de melhor.

Passo agora por um momento de reciclagem. Tomei conta de que muitas coisas na minha vida já não me serviam mais, e eu insistia em mantê-as por um saudosismo barato, de algo que efetivamente nunca existiu. Pois é, às vezes nos apegamos às coisas que não nos pertencem. Sendo assim, resolvi reciclá-las.

O que mais me surpreende é que em tão pouco tempo já me sinto mais leve, mais capaz, mais viva... e como o "mundo" parece ter visto isso em mim. A resposta das pessoas é imediata, com um comportamento extremamente de acordo comigo. Sensação boa... alívio......

Renovação.... renovando... renovada....

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

De longe escuto um conselho: "persevere", mais de perto um acalento: "foi melhor assim".... lá  do fundo só ouço: "me deixa ser triste hoje? só hoje! amanhã volto a sorrir sem motivo e retomo a luta". 

Poucos dias com muita emoção... muito sentimento... muitos pedidos aos céus. Lá dentro eu sei. Foi melhor assim. Voltar poderia trazer implicações maiores, e talvez nem tão boas... nunca sabemos o que nos espera. Prefiro pensar que tem algo maior, ou mesmo se não tiver, que fui livrada do pior.

É engraçado, quando uma pessoa como eu tem seu momento de tristeza chama atenção. No dia que eu quero me apagar, chamo atenção. Tudo bem, a culpa é minha, eu sei. Normalmente faço graça até em horas bem peculiares... mas hoje não. Quero fazer cara de tristeza, quero falar mais baixo, quero ficar quietinha. 

 Não é para fazer dó, nem pedir atenção. Longe disso. Mas ninguém fica legal todo dia, não é? Ninguém gosta de perder... particularmente, detesto... já disse. Ainda mais quando se chega tão perto. O engraçado (?) é que já perdi muito na vida, em tudo, ganhei mesmo muito pouco, mas me acostumei nessas poucas vezes. Acostumei mal...

A batalha se foi, mas a guerra continua... só espera um pouquinho, até eu conseguir abrir a cortina de novo e olhar pro seu esperando qualquer "boa nova".

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O destino e as suas armadilhas... Adoro as boas armadilhas que o destino reserva. Suas artimanhas, seus encontros, suas surpresas... aqueles pequenos acontecimentos que surgem para dar uma apimentada na vida. 

Confio plenamente no destino. Acho que nada é por acaso, e nem precisa ter razão, como outrora já cantaram.  Sempre achei que as coisas na vida são trilhadas. Ninguém entra na sua vida, ou sai dela, à toa. Você não escolhe aquele caminho de forma realmente aleatória... não... há um "por quê" maior para as coisas acontecerem, certo?!

O que mais me impressiona, é que logo hoje, em que o cansaço não me deixava ter esperança sobre qualquer coisa, ou mesmo pensamentos positivos. Algumas coisas acontecem somente para dar aquela injeção de ânimo. Cena de filme, sabe?! Algo parece acontecer após o : "gravandooo"... e o roteiro parece já ter sido escrito bemmm antes...

Não precisa ser nada de extrema importância, ou que tenha duração prolongada... precisa apenas chegar na hora certa e mostrar: "sim, as coisas podem dar certo"... "confie..." Agradeço imensamente ao meu destino, por me convencer de que é possível!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Stress, hoje consegui chegar ao auge do meu. O cansaço da rotina... a persistência em seguir atrás planos cuja certeza de concretizá-lo está baseada apenas no meu desejo e dedicação, pode enfraquecer qualquer bom coração. Pode ser medo? Talvez... Medo de falhar, de não dar conta, de não conseguir.

Quem nunca teve medo da falha? É como se tivesse uma só chance para cortar o fio certo e desarmar a bomba. O problema é quando isso acontece ao mesmo tempo. Várias bombas, em vários campos, que tem de ser desativadas o mais rápido possível, ... e com a maior precisão...

Nesse momento, nem aquele mais forte, acostumado a lutar consegue suportar a pressão...

O que eu mais precisava agora era entrar debaixo da coberta, encostar a cabeça no seu colo, e com um cafuné nos cabelos, te ouvir dizer: "esquece isso agora, vai dar tudo certo".

Não dá mais para usar do "dodói" para ganhar colo. Não dá mais para fazer cara de choro e ganhar cuidados.  Crescer, ter que lidar com os problemas sozinha, e fazer parte do mundo adulto, te impede esconder embaixo da mesa na hora do "com quem será"... de ganhar doce quando a febre aparece.

Aguentar firme a angústia do amanhã incerto faz parte da vida. Calada. Ouvindo a batida daquele que parece querer arrancar-se do peito na tentativa de salvar-se. O corpo pulsa na mesma batida que ele.

Acostume-se. Espere... talvez amanhã a batida volte ao seu ritmo normal, cadenciado... quem sabe...

domingo, 6 de novembro de 2011

Tentei escrever por vezes hoje. Já comecei e apaguei vários inícios mal sucedidos... Queria expressar alguma coisa que estava sentindo, mas agora descobri. O sentimento estava tão confuso, que explicou-se nas tentativas frustradas.

Domingo não é um bom dia... Particularmente, não gosto do domingo. Ele precede um dia de compromissos, sucede um dia de comemorações, e traz consigo a sensação de "algo não está legal". Se passo o domingo em casa, me afundo em um tédio sem fim.  Se saio, fica a ideia de que se pode cansar demais, porque amanhã as energias serão importantes para as obrigações. 

É... sentir muito e ter o domingo pela frente não é produtivo. Hoje o dia estava bonito. Sol, calor, até eventos bem interessantes. Mas ainda é domingo. O que fazer? Deitar e assumir o risco de se "cair" em uma segunda atribulada de compromissos e trabalhos? Esperar acordada e viver este domingo? 

Talvez não tenha sido um bom dia para escrever mesmo. Melhor parar por aqui, para não contaminar você com minha "síndrome de domingo".

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

É, eu sei... terminar um relacionamento não é fácil. Sei porque já vivi isso. Dói... além do mais quando para uma das partes, pelo menos, ainda há sentimento. Digo e repito, o começo é sempre perfeito, o final, normalmente, trágico... mas importante. Ninguém termina porque está dando tudo certo, porque a felicidade está acompanhando o casal... Mas término não significa falta de amor. Somente: falta. Pode faltar compreensão, carinho, respeito, entendimento... sintonia.

É tão duro ver as pessoas terminando relacionamentos. Acho, que por ter passado por isso, sinto ainda mais. A paixão e o amor são dois motivos fundamentais para que haja um belo sorriso. É tão bonito ver casais se formando.. apaixonados. Assim penso.

De tudo o que acontece em nossa vida, é bom que tiremos as partes positivas. Infelizmente, ninguém vê assim quando termina. É invisível aos olhos... a dor ofusca e atrapalha qualquer bem aventurança que possa vir de uma perda. Normal. Demora... e não há palavra que conforte, não há ensinamento, não há regra. Há sim: um dia após o outro. Alguns dias radiantes, outros nem tanto, alguns bem depressivos. Mas.. PASSA...

Confie em mim! Passa... Se eu pudesse passar para você a certeza de que passa, e pela minha experiência dizer: "acalme-se, a felicidade retornará quando você estiver pronto para senti-la"... Se eu pudesse... eu diria... É uma pena, mas você terá de aprender por si só.

Não se preocupe. Eu estarei do teu lado, para qualquer conversa, qualquer tropeço, qualquer dia ruim. E na hora que a felicidade reaparecer, quero dizer: "eu já sabia".
"Aprendendo a esperar"... já repeti várias vezes isso durante os dois últimos dias. Há quem diga que é sinal de maturidade, mas eu vejo além. Para mim, aprender a esperar é sinal de "l-i-b-e-r-t-a-ç-ã-o". Não significa que eu esteja parada esperando o mundo vir até mim, meus desejos se realizarem enquanto fico vendo TV. Não é isso. É correr atrás do que é seu, na esperança que ele vá acontecer. E vai! Mas é saber que ainda não está na hora. Não é receita pronta. Não é mágica. Não é fácil. Mas descobri que é possível...

A velha mania de querer tudo pra hora, como um lanche que se pede no Mc Donalds me ronda sempre. Agora, dessa vez eu me impus. "ESPERE". Uma velha amiga tinha mania de dizer : "Aguarde e confie". Ela sempre esteve certa. A espera faz com que você ponha a cabeça no lugar, e reflita melhor até sobre seu desejo. Te dá uma sensação: "o que é meu está guardado". Como diz na música: "o que tiver que ser, será!". Bom não é?!

Quero tentar ampliar esse conceito em todas as áreas da minha vida. Não é porque "descobri" isso, que acho que estou pronta, madura e feliz...não... bem longe disso. Mas me mostra passos. Me mostra que o caminho é esse. Tudo na vida é questão de treinamento e perseverança. "Tô" treinando... "Tô" treinando....

No fundo estou torcendo pra durar. Torcendo pra que essa espera não se transforme repentinamente em um martírio! E não vai, não é?! Espero que não! Não me resta outra saída do que tentar ser feliz na espera. Sem desistir nenhum segundo de conquistar este e aquele objetivo, até que a vida me mostre novos... 



quarta-feira, 2 de novembro de 2011


Sim... já disse isso algumas vezes.... e concordo plenamente. "Ser responsável" não é tão pesado assim. Responsabilidade não significa, necessariamente algo ruim. É tão bom sentir que alguém que te cativou se preocupa com você, não é?! E se preocupar não significa estar disponível 24horas, não significa concordar em tudo, nem ficar bajulando... é muito mais simples.

As pessoas entram em nossa vida e saem como se houvesse uma porta destrancada. A não ser que você resolva "passar a chave", ela fica lá, aberta, podendo esperar, a qualquer momento o retorno. O mundo cada vez mais dinâmico proporciona "amizades" instantâneas, paixões de uma semana e amores mensais. Confesso que isso confunde um pouco. É difícil saber quem realmente chegou, quer, e vai ficar. E o mais intrigante: por vontade própria.

Eu havia fechado essa porta. Estava mais racional, um pouco distante da tal "emoção encantada" em que você se abre para as possibilidades da vida. Até que veio alguém com a chave. Não era alguém importante, mas que apenas me entregou a chave, e se foi. Ainda me pergunto, por que não a devolvi? Era mais fácil assim! Sem a chave havia um bloqueio: "daqui ninguém passa", mas passou, passaram. E, neste momento, tudo se complicou de novo.

É bom sentir. Como um bom ser sentimental (que sempre fui), o sentimento, a emoção faz muito bem. Mesmo que com requintes masoquistas. Aproxima você do que há la dentro, no fundo. Te faz escrever, compor, cantar,...  viver... mas tudo tem dois lados, certo? Junto com os "sentidos", vem as perguntas: "será?", "vai dar certo?", "é pra ser?"... ai, tentei minimizar meu poder sobrenatural... "não vou mais imaginar nada! não vou tentar descobrir nada, chega" e chegou... Agora já não sabe-se mais o que restou. É uma mistura. Estranha mistura, que aos poucos é consumida pelo tempo, pela licença que é dada ao próximo momento da vida.

Voilá... c'est la vie ! 


Me acostumando de novo, a sentir....